Hoje foi um dia em que eu levantei novamente com a idéia de que vida rotineira é um saco. Depois que o meu pai quase me chutou da cama de tanto que eu demorei para acordar, me arrumei com a pior vontade do mundo e fui para a escola. Chegando lá larguei meu material e comecei a conversar com as meninas. Durante as aulas, o sono me consumia e eu tive mais certeza de que não sei quase nada de matemática e vou ter que me desdobrar para entender pelo menos alguma coisa antes da prova, mas tudo bem eu acho.
Finalmente o sinal. Aquele som que consegue ser irritante e ao mesmo tempo dizer para vários alunos que eles estão livres pelo menos até o dia seguinte. Voltando para casa a pé uma mulher me parou e perguntou onde era a Wizard mas eu nem sabia responder, mesmo sabendo que era ali perto. Nunca soube direito como chegar lá, muito menos explicar. Sou péssima de referências e não sei explicar onde ficam os lugares porque na maioria das vezes nem sei aonde eles são. Ela me chamou de desinformada, falou que se me encontrasse de novo ia me bater, virou as costas e saiu andando como se fosse minha a culpa dela estar indo para algum lugar que nem sabe onde é. Achei engraçado uma senhora de sei lá quantos anos com um cabelo seboso e escorrido vir falar de mim como se eu fosse a errada da história.
Cheguei em casa depois de ignorar a senhora do cabelo estranho que batia no meu ombro. Lembrei que tinha pedreiro em casa reformando o quintal e que até ele terminar eu não poderia andar livre pela casa, porque me sinto incomodada com a presença de estranhos aqui. Almocei, sentei na frente da tela desse computador e depois de umas três horas aqui lembrei desesperadamente que era o meu dia de escrever. Ainda bem que deu tempo. De qualquer forma acho que a programação pra hoje é ficar por aqui mesmo e quando eu tomar coragem, ir fazer TEEEEEECEEEEEEEEES DA MAAAAAAARCIAAAAAAA. Tchau :D
Vitória Moreira Alves .
Vitória, que texto divertido! Já é uma ótima cronista!
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